terça-feira, 17 de agosto de 2010

18º Cine Mosquito - Na cidade de Bento Gonçalves / RS

Local – Fundação Casa das Artes de Bento Gonçalves /RS
3º Andar.

Data – 20 de agosto
Hora- 20h.

Filmes de Mímica

PRONOMINAL
Direção: Jiddu Saldanha
6 minutos

GOLF
Direção – Michel de Coutermanche
8 Minutos

A MÃO LOUCA
Direção: Fernando Martins
4 minutos

O INCÊNDIO
Direção: Fernando Martins
11 minutos

Contação de Filme
Mímica de Filme
Apresentação dos alunos da oficina de Mímica do 1º Mostra de Teatro de Bento Gonçalves
TRAGA SUA PIPOCA


terça-feira, 10 de agosto de 2010

Igor Barradas - Baixada / RJ

Igor Barradas é roteirista, cineasta, produtor, cineclubista e educador com mais de dez anos de profissão. Fundou em 2002 o Cineclube Mate Com Angu no município de Duque de Caxias. Em 2004, formou-se em Estrutura Dramática na Escola de Cinema Darcy Ribeiro. Coordena a Oficina de Cinema Ambiental Humano Mar, que produziu em 2007, 30 documentários retratando o norte fluminense. Foi selecionado no Laboratório SESC de Roteiros 2007 com o roteiro “Caótico”. Neste ano ganhou o Troféu Baixada no 1º Festival de Cinema de Nova Iguaçu, com o curta “Lá no Fim do Mundo...”. Atualmente distribui seu 5º curta-metragem, “Queimado”.
Igor Barradas: Diretor, Roteirista e Montador.

CINE MOSQUITO - Como foi teu primeiro contato com as artes cinematográficas?

IGOR BARRADAS - Corujão. Acho que a sessão corujão foi referência pra muitos da minha geração. Uma das primeiras imagens da minha infância é de um filme do Jonh Huston, o Tesouro de Sierra Madre. Uma festa rolava na sala, e no quarto escura a TV ligada. Sob as cobertas, dois olhinhos ligadões na parada. Bons tempos, hoje, ver filme bom na TV é tão difícil quanto ganhar no jogo do bicho.

CM – Quais são os cineastas e filmes do cinema nacional e estrangeiro que fizeram tua cabeça?

IB – Referências?! Eu tenho muitas. Incontáveis. Mas, eu tenho um herói: Glauber Rocha.

CM – Conte para nossos leitores um pouco da tua experiência com o cineclubismo no Mate com Angu.

IB – Estou no Mate desde o início. Ele é minha cachaça, meu oráculo, minha tribo, meu caso de amor, minha amante e minha família. Um vício. O Mate Com Angu é um cineclube caxiense, que desde 2002, exibe, produz e pensa cinema. Tem uma sessão por mês, sempre nas últimas quartas, na Lira de Ouro. Entidade guerreira de Duque de Caxias.

CM – Você executa um belo projeto de estímulos a jovens do interior do Rio de Janeiro a fazer filmes documentais sobre meio ambiente, o que mais te marca nesta forma de trabalhar?


 

Cena do Filme "Queimado" - Direção - Igor Barradas.
IB – O que mais me encanta no processo das Oficinas Humano Mar é você trabalhar com a perspectiva do outro. Fazer cinema é exercitar o olhar. O processo das oficinas me obriga a ver o mundo pela perspectiva do aluno. Acho isso bonito.Fora que fazer cinema é muito gostoso. Poder apresentar esse prazer pra quem nunca teve contato, é sempre surpreendente.

CM – Como você vê o panorama atual do cinema nacional face às novas tecnologias?

IB – Há um gargalo angustiante que é a exibição. O retorno. As novas tecnologias possibilitaram a produção. Mas a exibição continua nas mãos das majors. Quero viver de fazer filmes. Mas a realidade pra que isso aconteça é tão cheia de concessões, que,,, sei lá. Mas ao mesmo tempo, a produção a cada dia aumenta em quantidade e qualidade, a internet revolucionando o acesso a conteúdos. uma pressão... um dia algo há de explodir.

CM – O Cine Mosquito já exibiu e debateu seu filme “Queimado”. Fale para nossos leitores um pouco deste filme, o que ele significou para você?

IB – Este filme nasceu no desejo de se trabalhar com a bitola 16mm. Eu sou da geração digital. Só faço filmes porque minha geração foi abençoada pelo santo firewire e Cia. Ai teve um dia em que fui convidado pra fazer o making off do Trago a Pessoa Amada, do Felipe Cataldo. Era um Set em 16mm. Fiquei louco pelo barulho do motor da máquina, fiquei apaixonado pelo processo. A lógica do set é toda diferente. Tudo tem que ser pra valer por conta do negativo que é caro. Um tesão! Um tesão que não é gravado em números binários. É um tesão impresso através da química. E isso é lindo.

CM - Quem é Igor Barradas por Igor Barradas?

IB – é um cara que quando ouve música, é catapultado para o mundo das imagens.


FILMOGRAFIA
Direção:
2001 – “Progresso Primavera”, curta, digital, documentário;
2002 – “O Tronco”, curta, super-8, experimental (direção coletiva);
2005 – “Acorda!”, curta, digital, ficção;
2007 – “Lá no Fim do Mundo...” curta, digital, documentário;
2009 – “Queimado” curta, 16mm, digital, documentário


IGOR BARRADAS DOS REIS E SILVA  - CONTATO
igor_barradas@hotmail.com
(21) 9288-3300
Acompanhe o blog do Cineclube Mate com Angu
http://matecomangu.wordpress.com/

quarta-feira, 21 de julho de 2010

17º CINE MOSQUITO, O PÚBLICO CERTO NA HORA CERTA!


O 17º Cine Mosquito foi mais um encontro de amor ao cinema e espontaneidade da platéia. O fotógrafo Marcos Homem, uma verdadeira enciclopédia ambulante de cinema nos brindou com belas "mímica de filme". Thiago, presente na platéia e que já contamos como parte do nosso público cativo, acertava todas e o Yuri Vasconcelos, um dos produtores do festival de esquetes de Cabo Frio, não perdeu tempo, mandou ver na mímica e arrasou!


        
                      Yuri Vaconcelos (centro) Thiago (esquerda) e
                      Marcos Homem (direita) - muita mímica de 
                      filme e amor ao cinema de qualidade!

Estávamos todos lá, felizes com mais uma oportunidade de fazer do cinema nosso prazer maior sem qualquer tipo de pedantismo.
Mas, como todo cine clube que se preze, tivemos uma platéia falante e ativa que criou seu próprio rumo nos debates sobre cada filme!
O Filme "QUEIMADO" de Ígor Barradas, suscitou um diálogo efusivo sobre o racismo, o estupro e o envolvimento de pessoas mais velhas com adolescentes. Foi um debate profundo e enriquecedor.
Já no filme "NÔVA" da mineira Cris Ventura, deixou a platéia apreensiva com as baratas gigantescas na tela e um deleite à parte com as belas pinturas/desenhos da atriz Mariana Jacques que também era personagem do filme. O público gostou da ótima montagem, os cortes experimentais e belo exercício de côres explodindo na tela.



O Filme "DOIS MUNDOS" de Thereza Jessouroun estimulou o público a falar sobre a deficiência auditiva mas de um ponto de vista novo, talvez, da deficiência dos "não deficientes" que acabam vivendo num mundo de preconceito sem perceber o universo diferente, real e paralelo de quem prioriza a sensibilidade acima de todos os preconceitos.
Finalizamos com o filme "VENTILADOR" de Jiddu Saldanha (este que vos escreve) onde o experimentalismo com a palavra fez prevalecer na tela a presença de alguns dos grandes nomes da poesia falada no Brasil.
O 17º Cine Mosquito fecho com chave de ouro com a famosa foto MOSQUITÃO, tirada por Marcos Homem e Bárbara Morais.
Todos nos sentimos felizes e honrados com mais este momento tão especial.
Que venha mais!

segunda-feira, 5 de julho de 2010

CRISTIANE VENTURA - BELO HORIZONTE / MG



Cris Ventura, nascida em 1984, Belo Horizonte, é produtora e realizadora de filmes e vídeos, é estudante de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais, presidente da Associação Coletivo da Imagem realiza diversos projetos na área da cultura e do audiovisual.

Filmografia:
Vídeos:
Oslo 6’35 (2010)
Krípton 6´(2009)
Contra a hirarquia das coisas assépticas – 11´ (2009) – Melhor Vídeo arte no festival de cinema universitário de vitória - REC
Nôva 11´55´´ (ganhador do prêmio de melhor ficcção na VII Mostra Minas de Cinema e Vídeo de 2009)
Sangre,3,30 (vídeoarte) 2009 – Arte Mov 2009 BH, Curta cinema, 16º Vitória cine Vídeo. Mostra Tiradentes 2010

Documentários:
Quarteirão do Soul (2007) 5´,
Analogia do verme 18´ (Co-autoria),
Negros Encontros Negros (2007) 30´ (Co-autoria),
Nas minhas mãos eu não quero pregos (em fase de finalização)
Do morro ao asfalto (2007) 6
2008 – Produtora do curta-metragem “Andrômeda- A menina que fumava sabão” 35mm,De CarlosMagno Rodrigues aprovado pelo Filme em Minas.

ENTREVISTA POR JIDDU SALDANHA

Cine Mosquito – Fale um pouco da forma como você conheceu a linguagem cinematográfica.

Cristiane Ventura - Desde criança gostava muito de cinema. Meu tio tinha uma locadora que ficava do lado da casa de minha avó, e sempre que ia visitá-la enchia uma sacola de filmes e passava o final de semana inteiro vendo filmes, via de tudo, mas gostava muito dos filmes de terror. Já na fase dos 13 aos 17anos gostava muito de vídeo-clipes.
Aos 17 comecei a freqüentar diversos eventos culturais e dentre eles os festivais de cinema eram os meus preferidos, via 3 sessões seguidas. Freqüentei as primeiras edições de festivais de cinemas aqui como o Indie, Festival Internacional de Curtas de BH, mostras de cinema no centro cultural de BH e da UFMG. Gostava de ver mas não pensava na possibilidade de realizar algum filme devido aos custos de equipamentos e produção. Estudei um tempo então de teatro e música, tentei vestibular pra música, mas acabei indo para a faculdade de Letras. Em 2006, já consegui ver mais possibilidades de realizar vídeos, fazia alguns testes com a webcam e o programinha simples do windows movie maker, fiz uma oficina de roteiro na Mostra de Tiradentes, daí comecei a fazer outras oficinas, cursos e matérias voltadas para o cinema. E em 2007 fiz meus primeiros vídeos para o FAN (Festival de Arte Negra), daí não parei mais e criei junto aos amigos que trabalham no FAN a Associação Coletivo da Imagem, que vem realizando vídeos desde então. Este ano lançaremos o primeiro documentário longa-metragem do grupo, intitulado “Nas minhas mãos eu não quero pregos” dirigido por mim e Vilmar Duarte.

CM – Como você vê a realidade por traz dos festivais de cinema hoje existentes no Brasil?

CV - Hoje no Brasil tem surgido muitos festivais de cinema e vídeo, festivais de diversos segmentos: universitário, de temática ambiental, festival de cinema feminino, de animação, de filmes de terror, tem de tudo, mas os mais tradicionais ainda privilegiam os filmes finalizados em 35mm (ou em película), mesmo que alguns curadores e produtores tentem minimizar essa hierarquia ela ainda é bem evidente.





CM - Comente um pouco sobre suas premiações.

CV - Já participei de festivais como: Vitória Cine Vídeo, sendo premiada com o vídeo Sangre com melhor videoarte, em Vitória também fui premiada em um outro festival – REC (Festival Universitário) com o vídeo Contra a hierarquia das coisas assépticas (melhor videoarte também), este mesmo vídeo participou também do Festival de Cuiabá. Com o vídeo Nôva, ganhei melhor ficção na VII Mostra Minas de Cinema e Vídeo. Estes três vídeos foram finalizados em 2009, e com ele participei de festivais como: CEN (Cine Esquema Novo), Art Mov, Curta Cinema, Mostra Disseminação, Mostra Tiradentes, e os citados anteriormente.

CM – Quem são seus filmes e cineastas preferidos?

CV - Meus filmes preferidos são: Soy Cuba de Mikhail Kalatozov
Pierrot le Fou do Godard, Deus e o diabo na terra do sol de Glauber Rocha, Tão Longe, Tão Perto de Wim Wenders, Blue Velvet de David Lynch, L'opéra-mouffe de Agnès Varda, Oldboy de Chan-wook Park, Cría Cuervos, de Carlos Saura, O Fabuloso Destino de Amélie Poulain do Jean-Pierre Jeunet.

CM – Como está o panorama de cinema em Belo Horizonte?

CV - O campo do audiovisual vem crescendo muito na cidade, devido aos incentivos e cursos que vem surgindo nos últimos anos. Há um certo número de grupos ligados a produção de documentários, videoarte, cinema, mas ainda existe muito pouco em relação a produção de longas, mas acredito que o pessoal que vem se destacando por aí em breve, assim como eu estará lançando seus longas.

CM – Quais são suas perspectivas para 2010/2011?

CV - No final do ano irei lançar meu primeiro longa, que é um documentário sobre o escultor mineiro Maurino de Araújo,
que é um projeto realizado através do Fundo Municipal de Cultura de BH, lançarei também um documentário curta-metragem sobre o bar/espaço cultural Calabouço, estes filmes estão em fase de finalização. E também estou com um vídeo novo chamado Oslo, que está aí sendo enviado para festivais.



CM – Pude notar nos teus filmes uma forte ironia com linguagem narrativa seca e niilista, você acha que isso reflete um pouco o desconforto existencial da tua geração?

CV - A linguagem que proponho em meus vídeos é resultado da saturação da linguagem que na grande maioria da vezes estamos acostumados a ver, creio que não existe muita lógica em continuar seguindo os paradigmas da narrativa, da comunicação, o padrão cinematográfico já ficou muito obvio. A “minha” geração está associada a interação a todo momento, o uso contínuo de celular, email, facebook entre outros torna possível a participação ativa das pessoas em algumas obras, o público é inserido a colocar ali sua vivência para interpretar e ganhar um sentido, um significado. Não quero fazer um filme em que simplesmente “eu” diga algo, mas quero criar algo que leve a pessoa a dizer o que lhe passou pela cabeça, algo mais aberto de interpretação, de sensação, e não uma história mastigada, pronta para ser engolida.

CM – Quem é Cris Ventura por Cris Ventura?

CV - Essa pergunta foi uma coincidência, estou fazendo minha monografia e estou pesquisando muito Roland Barthes, e em um trecho de Roland Barthes por Roland Barthes ele escreve: “Comentar-me? Que tédio!” . Creio que estou em busca de formas de expressão mais livres.

Clique sobre o filme de Cris Ventura de sua escolha e veja na íntegra:

Contra a hierarquia das coisas assépticas

Da farofa ao caviar – desfile da Daspu

Nôva

domingo, 20 de junho de 2010

Dois Dias para Lembrar.


Foi uma bela experiência estar com os alunos do professor Bruno Ganen, na escola escola Municipal Brigadeiro Faria Lima, no Bairro de Água Santa – RJ. Um momento onde o contato entre educação e arte chegou no seu ápice quando, os alunos deixaram-se levar pela mais pura sensibilidade.
O 16º CINE MOSQUITO, ficou mesmo com sabor de algo muito especial na história do evento até agora. Conseguimos levar o Cinema Possível como uma possibilidade de reflexão e realização, através da oficina que durou 2 dias e não foram poucos os momentos em que eles (os alunos) mostraram que fazerm parte de uma geração que ama o cinema.
Nas rodas de dinâmica de grupo, destacamos a velha e tradicional brincadeira de Mímica de Filme que, inexplicavelmente, durou duas horas. Meninos e meninas mostraram estar antenados e provaram ser uma geração que não tem preconceito com o Cinema Nacional.
Além da oficina tivemos a mostra em que se destacaram mais uma vez o já clássico "BOLINHA DE PAPEL" de Débora Aranha e os videoclipes do projeto Cinema Possível com a atuação da atriz Louise Marrie e o ator Carlos Gracie. Também destacamos no repertório os Cine Haigas, filmes que colocam o Haicai em destaque, mostrando aos jovens alguns dos grandes nomes da poesia haicai, tais como, José Marins, Celso Pestana, Chris Herrman, Rosa Clement e Paulo Franchetti.
No segundo dia de mostra e oficina, tivemos repeteco do filme "BOLINHA DE PAPEL" e um vislumbre inesquecível do belo curta "DOIS MUNDOS" de Thereza Jessouroun e que foi fundo na emoção, arrancando aplausos e despertando consciências.
É isso aí! O cineclubismo invadindo as escolas e contribuindo com a educação do olhar!
CONTEM COM A GENTE

sexta-feira, 11 de junho de 2010


16º Cine Mosquito (Edição Especial) Para os alunos da escola Municipal Brigadeiro Faria Lima – RJ
- Ofcina de Cinema Possível, bate papo, contação de filmes e muita diversão audiovisual!

Dias 16 e 17 / Quarta e quinta-feira

EXIBIÇÕES DE

• Cine Clipe
• Cine Poesia
• Cine Haiga

• Contação de filme



Bruno Ganen, Carlos Gracie, Charles Bicalho, Kelson Frost, Louise Marie, Haijins Brasileiros, Miwa Yanagizawa, Herbert Emanuel, Bárbara Morais, Tatiana Prota Salomão, Jorge Cerqueira, Ruben Exposito, Ronaldo Werneck, Aline Garcia, Hugo Pontes, Ademir Bacca, Tatiana France, Olyvia Binun, Karol Schittini, Cristiane Grando, Artur Gomes, Laure Varis, Naiman, Mayara Pasquetti, Flavio Machado, Gustavo, Jetulio, Edward Félix, Jetúlio Ramalho, Eduardo Ferreira, Gérson Ferreira, Luis Gustavo, Marlon Marins, Alexandra Aarakawa, Jéssica Girón, Bobom Ferrero, Fernando Chagas, Antonio Cícero, Jiddu Saldanha, José Facury, Chris Herrman, Paulo Ciranda, Grupo Bicho de Porco, Byafra, Claudia Gonçalves, Hayan Chandra, Chico Farro, Osvaldo Montenegro.

Programação Especial Imperdível

DOIS MUNDOS.
Direção - Thereza Jessouroun
Duração - 15 minutos

Prêmios
Melhor roteiro, Melhor Som - 42º Festival de Brasília do cinema Brasileiro 2009
Melhor documentário no 16º Vitória Cine Vídeo 2009
Melhor documentário no 2º Festival do Juri Popular 2010
Melhor Filme em São Paulo no 2º Festival do Júri Popular - 2010


Veja também:

BOLINHA DE PAPEL
Direção - Débora Aranha
Duração - 4 minutos

SELEÇÃO DE CINE HAIGAS
De Jiddu Saldanha, com imagens fotograficas acompanhadas de haicais de alguns dos mais expressivos haicaítas brasileiros.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

UM CINE CLUBE DIFERENTE, IRREVERENTE E LEGAL!

O 15º Cine Mosquito foi um marco na definição histórica do evento em si. Rompemos definitivamente com a "pompa espetacular" da forma de exibir cinema e mergulhamos na essência suave e prazerosa do audiovisual. Foi uma experiência singular.
Em seguida partimos para ritual de ver filmes na TV. Vimos o belo filme “CORVOS” de Akira Kurozawa e logo em seguida, a grande surpresa da tarde já quase noite, fluímos numa contação de filmes que destacaram, entre outros, o belo filme “Uma Simples Formalidade” de Tornattori. Logo em seguida, mostramos para os convidados nosso acervo, contemplando as novas aquisições para futuras exibições.
Filmes vindos do Paraná e Minas gerais, que serão exibidos em breve! Também estamos preparando a mostra de filmes indígenas como forma de comprometimento com o cinema e o desenvolvimento de cidadania.